
O título dessa postagem não se refere ao filme de Malcolm D. Lee (O bom filho à casa torna, 2008) mas ao retorno das atividades do muiraquitã.
Da última postagem até este 24 de setembro, muita coisa aconteceu: fui contagiado pela roda de samba do Projeto Eu Canto Samba lá no quintal do Serginho Divina Luz, onde ouvi composições da melhor qualidade, feitas pelo próprio pessoal da roda; voltei a ajudar o trabalho da Velha Guarda do Samba de Belo Horizonte que está voltando aos palcos da cidade com shows no MATRIZ ( ver panfleto acima) e na quadra da Escola de Samba Cidade Jardim; alegrei-me com o blog do Zu Moreira, o Sala de Espera (http://www.otempo.com.br/blogs/?IdBlog=12) e estou dando aulas em escolas públicas da rede estadual de ensino (punk!).
Mas vamos ao nosso documentário Samba da Minha Serra:
1. Sobre a pesquisa: conheci um senhor de 70 anos que tem muitas informações sobre o Pop
ó(fundador de uma das primeiras escolas de samba de Belo Horizonte, a E. de Samba Pedreira Unidada de 1938). Essa descoberta abriu uma nova frente de pesquisa, fundamental, pois Popó é personagem decisivo na história do samba de BH;
2. ainda sobre a pesquisa: conheci o pessoal da atual diretoria da Escola de Samba Cidade Jardim que, de maneira elegante e solícita, se colocou à disposição para ajudar no documentário. Um pessoal corajoso que enfrentou o poder público municipal na luta pela manutenção da única quadra de escola de samba que existe em BH (ver foto acima). E venceram! São lutadores, herdeiros de uma estirpe de sambistas que historicamente lutam não apenas pelo samba, mas também por uma sociedade mais justa;
Da última postagem até este 24 de setembro, muita coisa aconteceu: fui contagiado pela roda de samba do Projeto Eu Canto Samba lá no quintal do Serginho Divina Luz, onde ouvi composições da melhor qualidade, feitas pelo próprio pessoal da roda; voltei a ajudar o trabalho da Velha Guarda do Samba de Belo Horizonte que está voltando aos palcos da cidade com shows no MATRIZ ( ver panfleto acima) e na quadra da Escola de Samba Cidade Jardim; alegrei-me com o blog do Zu Moreira, o Sala de Espera (http://www.otempo.com.br/blogs/?IdBlog=12) e estou dando aulas em escolas públicas da rede estadual de ensino (punk!).
Mas vamos ao nosso documentário Samba da Minha Serra:
1. Sobre a pesquisa: conheci um senhor de 70 anos que tem muitas informações sobre o Pop
ó(fundador de uma das primeiras escolas de samba de Belo Horizonte, a E. de Samba Pedreira Unidada de 1938). Essa descoberta abriu uma nova frente de pesquisa, fundamental, pois Popó é personagem decisivo na história do samba de BH;2. ainda sobre a pesquisa: conheci o pessoal da atual diretoria da Escola de Samba Cidade Jardim que, de maneira elegante e solícita, se colocou à disposição para ajudar no documentário. Um pessoal corajoso que enfrentou o poder público municipal na luta pela manutenção da única quadra de escola de samba que existe em BH (ver foto acima). E venceram! São lutadores, herdeiros de uma estirpe de sambistas que historicamente lutam não apenas pelo samba, mas também por uma sociedade mais justa;
3. sobre a roda de samba: será no quintal do Serginho Divina Luz, lá é indescritível.
Um abraço a todos, prazer reve-los.
PS: quem me inspirou o título dessa postagem não foi o filme de Malcolm D. Lee, mas o Gervásio Horta que, elegantemente, respondeu apenas com a frase O BOM FILHO À CASA TORNA a um e-mail no qual eu me desculpava pelo "sumiço". Um prazer ter amigos assim!
Um abraço a todos, prazer reve-los.
PS: quem me inspirou o título dessa postagem não foi o filme de Malcolm D. Lee, mas o Gervásio Horta que, elegantemente, respondeu apenas com a frase O BOM FILHO À CASA TORNA a um e-mail no qual eu me desculpava pelo "sumiço". Um prazer ter amigos assim!
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